quarta-feira, 22 de maio de 2013

Falta de tempo

No relacionamento com os filhos e com o companheiro, a qualidade do tempo é um requisito essencial para que a pessoa se sinta amada pelo que ela é. Algumas sugestões que poderão melhorar sua relação familiar: 
  • Aprenda a ouvir o que dizem e a aceitar o que expressam emocionalmente. Converse com eles sobre essas emoções.
  • Participe de atividades conjuntas focalizando sua atenção nesses momentos. 
  • Demonstre afeto através de carícias ou pequenos gestos. 
  • Agende tempo para curtir seus filhos, contando histórias de dormir, trabalhando em uma tarefa juntos ou jogando. 
  • Nos fins de semana tenha alguma atividade que inclua toda a família e, se possível, planeje uma vez por ano férias para todos juntos. 
Os especialistas em relações familiares concordam que é a qualidade do tempo que a família desfruta a grande responsável pelo bem-estar familiar. O importante é você avaliar o seu papel no contexto familiar e fazer o melhor que puder dentro das suas limitações e compromissos.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Palestra: Mais saudável, mais seguro e mais engajado: criando uma cultura centrada nas pessoas onde a saúde prospere

·         Avaliação dos riscos e oportunidades para um trabalho mais saudável
·         Elementos essenciais para o sucesso de programas de bem-estar e saúde no local de trabalho para criar uma cultura centrada nas pessoas
·         Apresentação do Programa Saúde Total do Trabalhador® do NIOSH

Dr. L. Casey Chosewood (EUA)* – diretor médico sênior dos Programas de Saúde Total do Trabalhador® do Instituto Nacional para Segurança e Saúde Ocupacional (NIOSH), parte dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Nesta função, promove a proteção, preservação e melhoria da saúde e bem-estar dos trabalhadores. De 2004 a 2009, atuou como diretor do Departamento de Saúde e Segurança do CDC onde era encarregado de proteger os 15.000 membros da entidade em seu enfrentamento dos novos desafios da era da saúde pública moderna. Sua equipe supervisionou um programa multifacetado de saúde e bem-estar no local de trabalho organizando anualmente mais de 200.000 encontros para promoção da saúde, rastreamento e oportunidades de saúde. De 2008 a 2009 foi responsável pela iniciativa “Nação Mais Saudável” do CDC.

Confirma o programa completo do congresso de stress da ISMA-BR: http://migre.me/ex0ei

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Autoestima: um problema sério entre as mulheres

Apresentada no Congresso Europeu de Terapia Cognitivo-Comportamental em 2012, uma pesquisa realizada pela ISMA-BR mapeou a cascata de efeitos que a baixa autoestima causa numa pessoa. Foram entrevistadas 1.086 mulheres, entre as quais 44% disseram ter problemas de autoestima. Sobre essas, os pesquisadores apontaram que:

89% têm dores musculares ou dor de cabeça
13% têm taquicardia ou arritmia cardíaca
26% têm problemas gastrointestinais
77% sofrem de angústia
83% sofrem de ansiedade
46% sofrem de depressão
59% passam por conflitos interpessoais (como problemas em relações amorosas)
 
Leia a matéria completa: http://migre.me/exHmb

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Encontro com Fátima Bernardes de amanhã trata sobre a síndrome da pressa

Apressa o passo quando nota que alguém está indo para o mesmo caixa que você? Acelera quando o sinal vira amarelo pra não esperar? Saiba mais sobre a síndrome da pressa, que afeta 38% dos profissionais brasileiros fazendo com que tenham 65% mais chance de adoecerem. Ana Maria Rossi, presidente da International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR), falará no Encontro com Fátima Bernardes amanhã sobre as consequências da constante pressão autoimposta e as características do comportamento, dando dicas para mudar. E para quem não consegue identificar seu ritmo, o programa terá um teste.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Problemas de pele podem ser causados por um nível de stress elevado

O stress pode agravar os problemas de pele como psoríase e acne, a pele está diretamente ligada ao sistema nervoso e, por isso, pode ser afetada por seu comportamento. Uma pessoa que não reage emocionalmente com problemas dermatológicos possivelmente não terá esta reação mesmo quando estressada. Muitas pessoas reconhecem que o seu nível de ansiedade ou stress afeta a sua pele piorando problemas já existentes. Nestes casos é importante que se busque a ajuda de um dermatologista e de um profissional na área da saúde mental para que não continue somatizando suas pressões de forma disfuncional. Alguns estudos feitos nos EUA indicam que o stress exacerba as condições dermatológicas de pessoas com problemas crônicos ou que envolvem algum tipo de inflamação.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Teste de stress no congresso da ISMA-BR 2013

Voluntários começam a se organizar para a Feira de Exposição que ocorrerá durante o congresso da ISMA-BR, de 18 a 20 de junho. Eles serão responsáveis pela administração do teste para medir o nível de stress dos participantes e a sua suscetibilidade a doenças através do teste do psiquiatra norte-americano Richard Rahe, um dos mais respeitados internacionalmente nas medições de stress.
 
Na foto, sentido relógio, os voluntários Carmen Prado, Airton Rosa, Rosangela Fragoso, Alessandra Eisenreich, Ana Maria Rossi (coordenadora), Carine Segabinazzi, Arlete Vanzin (coordenadora), Marli Jacobsen, Natália Cruz, Gabriela de Ávila e Robson Cunha.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Globo Repórter investiga mal que aflige milhões de brasileiros: o estresse

O retrato do nosso tempo é cheio de contrastes. O desafio é equilibrar tudo isso com uma vida saudável. Você sabe reconhecer os primeiros sinais de estresse? 
“São quatro os sinais de estresse: o primeiro é a respiração que se torna rapidinha e superficial, aquela respiração mais ofegante A pessoa fica mais estressada e mais ansiosa. Ela pode fazer um teste: colocar a mão esquerda na altura do peito, a mão direita em cima do umbigo e notar que mão ela mexe quando respira. E claro que nós queremos que a pessoa mexa a mão de baixo. Se a pessoa mexer só a mão de cima, é aquela respiração mais restrita, aquela respiração mais superficial”, explica Ana Maria Rossi, psicóloga. 
“Em segundo lugar, as extremidades, mãos e pés, tendem a ficar mais frios e mais suados. Para ver isso, a gente pode colocar as mãos no rosto. A temperatura das mãos deve ser similar a das bochechas”, acrescenta a psicóloga. 
“Em terceiro lugar, os músculos tendem a ficar mais tensos. E podem ser os maxilares, o pescoço, os ombros. E em quarto lugar, o pensamento tende a ficar mais negativo ou mais extremo: ‘Eu nunca faço nada certo’, ‘eu sempre faço as coisas erradas’. Ela vai ser uma pessoa muito pessimista. Então, esses são os quatro sinais de alerta para quando a gente está começando a ficar estressado. Nós queremos olhar aquela luz vermelha e dar um pare”, explica Ana Maria Rossi. 

O programa Globo Repórter, da TV Globo, foi veiculado no dia 3 de maio de 2013. 

Leia a matéria completa: http://migre.me/eqDJL